terça-feira, 19 de julho de 2011

...featuring Norah Jones

Comprei um novo CD da Norah Jones, que aborda estilos musicais variados. E colocarei-os junto com seus determinados vídeos para todos verem e ouvirem:


Jazz:



Country:



Pop e Rap:


Existem muitos outros estilos, mas coloquei os que mais se destacam.


Aproveitem!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

John Lennon

“Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi “feliz”. Eles me disseram que eu não entendi a pergunta, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida. “
- John Lennon

sábado, 18 de junho de 2011

Jeito de se expressar

Rock não é do diabo, sertanejo não é de corno, reggae não é de vagabundo, eletrônica não é de desocupado, pop não é de gay, mpb não é de velho e eu vou ouvir o que quiser. É tudo música, apenas muda o jeito de se expressar.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Alice²

Alice: Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Gato: Isso depende muito de para onde queres ir .
Alice: Preocupa-me pouco aonde ir.
Gato: Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas.

domingo, 12 de junho de 2011

Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porqe sua consciência é o que você é,e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.
(Bob Marley)
E de repente, uma música me disse tudo que eu precisava ouvir.

Quantas vezes você já escutou a mesma música só porque ela te lembrava algo ou alguém?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sim, meu gosto para música é diferente.

Não, eu não me importo com o que você pensa...
Na música, o próprio silêncio tem ritmo.

(Cláudio de Souza)

terça-feira, 7 de junho de 2011

A Banda mais bonita da cidade



Sei que algumas pessoas já devem estar cansadas dessa música, mas eu a descobri essa semana, e me apaixonei... Aproveitem!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sonhos e realidade...

Peço desculpas a todos, pois faz um tempo que não posto. Mas, é que nesses últimos meses, poderia dizer que estava sem tempo, com trabalhos da escola, e ensaios. Mas estaria mentindo.

A verdade é que eu estava com minha mente em outro lugar. Sonhando acordada 24 horas por dia. E ainda faço isso, só que com menos frequência. Todos fazemos. Tentamos tanto fugir da realidade, que passamos a sonhar. No meu caso, sonhar tanto, a ponto de não conseguir distinguir da realidade.
Crescemos lendo livros e assistindo filmes e tendo outra noção do real.

E quando realmente precisamos formular argumentos e noções, não sabemos. O que é real e fantasia na minha mente?

E isso estava me deixando confusa. Ainda estou um pouco, mas acredito que essa polêmica nunca vai passar. Apenas podemos aprender a distinguir os extremos e ter essa consciência.

É um triste fim. Quem dera eu, se eu pudesse viver apenas no meu mundo. Com apenas minhas opiniões, minhas formas de felicidade. Minhas músicas. Quem dera eu, se todos pudéssemos nunca acordar de nossos sonhos.
Mas, voltando ao que interessa...

Voltei a meu blog, e estarei publicando cada vez mais, o que minha mente e meu coração mandam; sendo real ou não. E por favor, deixem comentários, pois uma ajudinha é boa de vez em quando. Escrevam o que quiserem em meus comentários, todos que lerem isso. E me respondam uma pergunta: "Se você fosse uma música, qual seria?"

Sei que não terei muitas respostas, mas pelo menos uma vale a pena!

Boa semana a todos!!!

(Foto: F.Prestes)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Uma linda história de amor

Imagine nós dois, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando coca e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite, para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.

(Autor desconhecido)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

"Há pessoas que vêem as coisas como elas são
e perguntam a si mesmas: Porquê?

Mas há pessoas que sonham coisas que jamais foram
e perguntam a si mesmas: ‘Por que não?''
(George Bernard Shaw)

domingo, 24 de abril de 2011

( http://whothefuckisalice.tumblr.com/)

Alice²

Alice: Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Gato: Isso depende muito de para onde queres ir .
Alice: Preocupa-me pouco aonde ir.
Gato: Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas.

Alice

(...) O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas, tudo que ele disse foi: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”
“Legal, vamos ter diversão agora!”, pensou Alice. “Fico feliz que ele tenha começado a propor charadas — acho que posso adivinhar essa”, ela completou em voz alta.
“Você acha que pode encontrar a resposta dessa?” perguntou a Lebre de Março.
“Exatamente”, respondeu Alice.
“Então você pode dizer o que acha”, a Lebre de Março continuou.
“E vou”, Alice replicou rapidamente, “pelo menos — pelo menos, eu acho o que digo — o que é a mesma coisa, você sabe.”
“Não é a mesma coisa nem um pouco!”, disse o Chapeleiro. “Senão você também poderia dizer”, completou a Lebre de Março, “que ‘Eu gosto daquilo que tenho’ é a mesma coisa que ‘Eu tenho aquilo que gosto.’”
“Seria o mesmo que dizer”, interrompeu o Leirão, que parecia estar falando enquanto dormia, “que ‘Eu respiro enquanto durmo’ é a mesma coisa que ‘Eu durmo enquanto respiro!’”
“Isso é a mesma coisa para você”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa parou e a reunião ficou em silêncio por um minuto. Enquanto isso Alice tentava lembrar tudo que ela sabia sobre corvos e escrivaninhas, que não era muito.
O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, perguntou, virando-se para Alice: ele tinha tirado seu relógio do bolso e olhava para ele ansiosamente, chacoalhando-o de vez em quando e levantando-o no ar.
Alice pensou um pouco e então falou: “É dia quatro.”
“Dois dias errado”, suspirou o Chapeleiro. “Eu falei pra você que a manteiga não ia adiantar nada”, ele completou, olhando raivosamente para a Lebre de Março.
“Era a melhor manteiga”, a Lebre de Março replicou mansamente.
“Sim, mas algumas migalhas devem ter caído”, o Chapeleiro rosnou. “Você não deveria ter passado com uma faca de pão.”
A Lebre de Março apanhou o relógio e olhou para ele melancolicamente; então afundou-o na sua xícara de chá, e olhou novamente para ele: mas parecia que não encontrava nada melhor para dizer que o que já dissera: “Era a melhor manteiga, você sabe.”
Alice estivera olhando por cima dos ombros com curiosidade. “Que relógio engraçado!”, ela observou. “Ele diz o dia do mês e não diz a hora!”
“Porque deveria?”, resmungou o Chapeleiro. “Por acaso o seu relógio diz o ano que é?”
“É claro que não”, Alice replicou rapidamente, “mas é porque o ano permanece por muito tempo o mesmo.”
“Este é exatamente o caso do meu”, disse o Chapeleiro.
Alice sentiu-se terrivelmente perturbada. O comentário do Chapeleiro parecia para a menina completamente sem sentido, e ainda assim era inglês. “Eu não estou entendendo nada”, ela disse, o mais educadamente que pôde.
“O Leirão está dormindo novamente”, disse o Chapeleiro, e despejou um pouco de chá quente sobre seu nariz.
O Leirão balançou a cabeça impacientemente e disse, sem abrir os olhos: “É claro, é claro, é justamente o que eu ia dizer.”
“Você já adivinhou a charada?”, perguntou o Chapeleiro, virando-se novamente para Alice.
“Não, eu desisto”, Alice respondeu. “Qual é a solução?”
“Eu não tenho a mínima idéia”, disse o Chapeleiro.

(...)



(Foto: Fernanda Prestes)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Não deixe passar

Sentadas, descansando, as notas musicais esperavam pacientes. Esperavam e esperavam enquanto espreitavam cada pessoa, escolhendo uma vítima.

Ali estava. As notas se levantaram mais uma vez, prontas para dar ao mundo mais um tipo de esperança. Então começaram a flutuar e deixar se levar com o vento; de forma delicada, quase inexistente.

As pessoas que se encontravam ali, pararam um segundo de respirar, e sentiram sua alma se renovar mais uma vez. Enquanto seus fios de cabelo voavam, voltaram a seu consciente, esquecendo do que acabara de acontecer.

As notas musicais continuaram seu rumo, enchendo a cabeça e o coração de cada ser que passava naquele lugar.

Sentimos isso, a todo momento, a toda hora, quando ouvimos um som, quando sentimos uma presença inexplicável; que nos faz querer mais. Naquela hora, parece tão minúscula, e não importante, que acabamos deixar passar. Não deixe mais.

domingo, 17 de abril de 2011

Quinta Sinfonia de Beethoven destrói células cancerígenas


Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório.


Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências. A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais.


A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais. - Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar.A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora. Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.


Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

Finalmente! Acredito que é o que vocês devem estar pensando nesse momento... Finalmente a Mariah teve a decência de publicar algo em dois meses... Bom, vocês não poderiam estar mais certos, e eu não poderia estar pensando diferente. Então, me desculpem. É que está tudo tão maluco, que o tempo que eu utilizava para escrever e publicar, gasto em outras coisas...

Mas, prometo para vocês leitores, que posso atrasar um pouco para escrever, mas não irei abandonar o blog. Pois é aqui que tudo que eu amo se mantém organizado e, é aqui onde uma mínima parte da sociedade me ouve. Então...


"bem vinda de volta, Mariah !"

domingo, 27 de fevereiro de 2011

É fácil se você tentar.

Eu sou a Música

Eu sou a música, a mais antiga das artes. Sou mais que o antigo. Sou eterna. Antes que começasse a vida sobre a Terra, eu estava sobre os ventos e as ondas. Quando apareceram as primeiras árvores e as primeiras flores, eu estava entre elas; quando veio o homem, eu me converti no mais delicado, sublime e poderoso meio de expressão das emoções humanas. Em todos os tempos inspiro os homens com a esperança, permeando-os de amor, dando a voz a seu gozo, alegrando-os nos valores humanos e suavizando-os nos momentos de discórdia. Tenho desempenhado um papel importante no drama da vida, cujo fim e propósito é aperfeiçoar a natureza humana. Através da minha influência, a natureza humana tem se elevado, suavizado e refinado. com a ajuda do homem me converti numa das maiores e belas artes. Desde Tubalcaim até Tomas Edison, toda uma linha de mentes brilhantes se dedicavam ao aperfeiçoamento de instrumentos. Estou no coração de todos os homens, de todos os idiomas, em todos os povos. O ignorante e o letrado, o rico e o pobre me conhecem, porque eu falo aos homens num idioma que todos me escutam. Até o surdo me escuta. Sou alimento da vida. Tenho falado com homens de bondade e paz e os tenho inspirado na marcância dos acontecimentos históricos. Conforto o solitário e suavizo-o das discórdias das multidões.
EU SOU A MÚSICA.
(autor desconhecido--pelo menos por mim)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tom Jobim

O maestro, cantor e compositor carioca Antonio Carlos Brasileiro Jobim completaria 80 anos nesta quinta-feira (25), aniversário de São Paulo. Jobim foi o inventor da bossa nova e o mais expressivo compositor da música popular brasileira, criador de clássicos como "Garota de Ipanema" e "Águas de Março".
Suas composições incorporaram à música brasileira influências do jazz americano e da música clássica, especialmente de Debussy e Villa-Lobos, com quem Jobim foi frequentemente comparado no início da carreira.


Em 1958, o compositor gravou o disco considerado o marco inicial da bossa nova, "Canção do Amor Demais", com a cantora Elizeth Cardoso. Nesse disco, em que João Gilberto aparece apenas como violonista em algumas faixas, surgem já as primeiras harmonias e orquestrações mais tarde consagradas pelo gênero que se tornou sinônimo de Brasil no exterior.


Em 1962, Tom Jobim fez sua primeira viagem aos EUA para apresentar um espetáculo de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova York. O show causou grande comoção entre músicos americanos, que se apressaram a aderir ao movimento.

Nos anos seguintes, figurões como Frank Sinatra, Quincy Jones, Stan Getz, Cannonball Adderley, Dave Brubeck, Paul Desmond e até Elvis Presley se aventuraram com graus de sucesso variáveis no terreno do "brazilian jazz", nome pelo qual o gênero inventado por Jobim é também conhecido nos EUA.

Jobim morreu no dia 8 de dezembro 1994, em Nova York, no hospital Mount Sinai, durante uma angioplastia. Seu corpo foi enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.


(http://musica.uol.com.br)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Veja e sinta a música em todo o lugar...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Origem das notas

Guido D'Arezzo (995 — 1050) foi um monge francês e regente do coro da Catedral de Arezzo (Toscana).
Foi o criador da pauta musical e batizou as notas musicais com os nomes que conhecemos hoje: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si, baseando-se em um texto sagrado em latim, cantado pelas crianças do coral para que São João os protegesse da rouquidão:

UTqueant laxis
REsonare fibris
MIra gestorum
FAmuli tuorum
SOLve polluti
LAbi reatum
SANcte Ioannes

Que significa:
"Para que nós, teus servos,
possamos elogiar claramente
o milagre e a força dos teus atos,
absolve nossos lábios impuros, São João"

O sistema de Guido d'Arezzo sofreu algumas pequenas transformações no decorrer do tempo: a nota "Ut" passou a ser chamada de "dó" e a nota "San" passou a ser chamada de "si"(por serem as inicias em latim de São João, Sancte Ioannes), enquanto que a pauta ganhou linhas e espaços a mais, embora sua essência continue a mesma.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nota

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Pássaros no fio

O que você vê nos fios? Isso te lembra alguma coisa?
Jarbas Agnelli imediatamente pensou em notas musicais. Cada pássaro uma nota.
Ele decidiu compor uma música com isso.

"Eu sabia que não era a idéia mais original do mundo. Eu estava apenas curioso para ver a melodia que os pássaros estavam criando".

Jarbas Agnelli não podia acreditar em seus ouvidos. Ele foi, porém, reluta em assumir o crédito para a parte bonita.
"A melodia agradável não é invenção minha. Foi idéia dos pássaros".

As notas são a posição exata das aves (nas entrelinhas). O ritmo é uma interpretação da sua posição, pois não existem linhas de barra.

Ele postou sua obra no site de compartilhamento de vídeos Vimeo, e se tornou um grande sucesso entre outros músicos.

Ele também enviou sua música para Paulo Pinto, o fotógrafo que tirou a imagem original.

Da próxima vez que você olhar pássaros empoleirados nos fios do pólo, ouça a bela melodia.




segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Leve a vida na flauta

Como alguém descobre que quer ser músico? Com certeza não é uma profissão para ser escolhida às vésperas do vestibular. É uma das poucas em que, para ingressar na faculdade, é necessário ter experiência anterior. Qual?

Tocar bem um instrumento e ter noções gerais de música, para passar na prova de aptidão, eliminatória em todos os cursos oferecidos no Brasil. Por isso, o ideal é começar a estudar algum instrumento na infância ou, no máximo, na adolescência.

A música é mais do que uma profissão. Quem vive disso, se apaixona. Ela é a própria vida do músico, o que exige dedicação total. As principais características do músico são criar, compor, interpretar e executar melodias. O músico popular pode atuar como instrumentista e arranjador. Já quem escolher seguir uma carreira erudita tem como opções as áreas instrumental, de composição e de regência.

O mercado de trabalho é bastante exigente e conseguir um lugar ao sol é o que se pode chamar realmente de desafio. Em compensação, as áreas de atuação são muitas! Além de poder ser um profissional liberal e autônomo, o músico poderá trabalhar em rádios, televisão, teatro, cinema e agências de publicidade. Se optar por uma carreira erudita, terá opções de reger orquestras e corais na composição instrumental ou vocal. Também poderá lecionar em escolas de música ou instituições de ensino superior. As áreas que mais têm crescido nos últimos tempos são: produção de jingles, trilha sonora e linguagem musical computadorizada.

(Renata Marucci)